Filha de Clezão revela desejo a Moraes após sanção de Trump
Após sanção de Trump a Moraes, filha de Clezão (Luiza) quebra o silêncio e revela desejo ao ministro do STF. Luiza, filha de Cleriston Pereira da Cunha (Clesão), “patriota” que morreu no presídio da Papuda após passar mal, Luiza disse desejar ver o ministro Alexandre de Moraes do STF, ser “punido dentro dos limites legais”, após o governo Trump anunciar sanções contra o magistrado com base na Lei Magnitsky.


Após sanção de Trump a Moraes, filha de Clezão (Luiza) quebra o silêncio e revela desejo ao ministro do STF. Luiza, filha de Cleriston Pereira da Cunha (Clesão), “patriota” que morreu no presídio da Papuda após passar mal, Luiza disse desejar ver o ministro Alexandre de Moraes do STF, ser “punido dentro dos limites legais”, após o governo Trump anunciar sanções contra o magistrado com base na Lei Magnitsky.
“Eu desejo que ele [Moraes] pague por todas as ilegalidades que cometeu, mas, diferentemente do que ele fez com tantos outros, dentro dos limites da lei”, afirmou Luiza Cunha.

Para ela, a decisão do governo dos Estados Unidos representa um “sinal de mudança”. “Hoje ver Alexandre de Moraes ser reconhecido por uma lei internacional que pune violações de direitos humanos é o começo. Não posso acusar ninguém pela morte do meu pai, mas o mundo está começando a ver o que a gente sempre soube: aqui no Brasil a justiça virou perseguição”, declarou Luiza.
“É impossível não sentir algo diante dessa notícia. Ver a comunidade internacional reconhecer violações de direitos humanos por parte de quem concentra tanto poder aqui dentro já representa uma mudança importante”, disse.

Em vídeo publicado nas redes sociais, Luiza afirmou que a noticia teve um impacto direto sobre ela e sua família.
E Luiza disse mais: “Hoje algo muito simbólico aconteceu, Moraes foi reconhecido como violador dos direitos humanos pela Lei Global Magnitsky, a mesma que foi aplicada a Nicolas Maduro, Daniel Ortega, Rosário Murillo, Vladimir Putin, e Ebraim Raisi. Todos acusados de perseguir, censurar, torturar e matar opositores”, concluiu Luiza.
E finalizando, Luiza afirmou: “É um sinal de que a verdade está começando a alcançar lugares onde a censura não chega. E pra mim, que tenho lutado por justiça com responsabilidade e fé, é também um sinal de que todo o desgaste e sofrimento que passamos até hoje, e a morte do meu pai, não foram em vão”.

A Morte de Clezão
Para tomar conhecimento, como ocorreu a morte Cleriston Pereira da Cunha, aconteceu em novembro de 2023, aos 46 anos, após um infarto fulminante durante banho de sol na prisão. Conhecido como “Clezão”, ele foi preso por participar das invasões dos Três Poderes no 8 de Janeiro, em Brasília.
Em setembro do mesmo ano, chegou a receber parecer favorável à liberdade provisória por parte da Procuradoria-Geral da República (PGR), mas o pedido não chegou a ser analisado pelo relator do inquérito, Alexandre de Moraes.

A defesa apresentou laudo que indicava quadro de vasculite, inflamação nos vasos sanguíneos. O comerciante ficou internado por 33 dias em 2022 após contrair Covid-19 e, segundo a família, desenvolveu outras comorbidades depois da doença.

Clezão respondia por associação criminosa armada, golpe de Estado, dano qualificado, deterioração de patrimônio tombado e abolição violenta do Estado democrático de direito.
Comentando: A medida tomada pelo Governo Trump é mais do que justa, Moraes, extrapolou, cometeu e comete crimes todos os dias. Portanto, tem de ser processado pelo direito internacional e ficar restrito enquanto for possível, a prisão dentro do território brasileiro, com todas sanções internacionais serem aplicadas.




