Discurso na ONU – Trump x Lula
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, em seu discursou na terça-feira (23) perante a Assembleia Geral das Nações Unidas, seis anos depois da sua última intervenção na Casa. Em um discurso marcado por elogios ao desempenho da economia norte-americana e críticas à gestão do multilateralismo, Trump insistiu na defesa da soberania dos países e pediu maior ação coletiva para enfrentar ameaças como conflitos armados, migrações descontroladas e armas de destruição em massa


O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, em seu discursou na terça-feira (23) perante a Assembleia Geral das Nações Unidas, seis anos depois da sua última intervenção na Casa. Em um discurso marcado por elogios ao desempenho da economia norte-americana e críticas à gestão do multilateralismo, Trump insistiu na defesa da soberania dos países e pediu maior ação coletiva para enfrentar ameaças como conflitos armados, migrações descontroladas e armas de destruição em massa.

Em seu pronunciamento, Trump afirmou ter se encontrado com Lula pouco antes de ocupar o centro do plenário. Segundo o republicano, os dois teriam se abraçado e concordado sobre um encontro na semana que vem, modo virtual. “Ele pareceu ser um homem muito legal”, afirmou Trump.
BRASIIL X ESTADOS UNUDOS
Trump abordou as tensões com o Brasil, criticando o governo brasileiro por “esforços sem precedentes” para, segundo ele, “interferir nos direitos e liberdades de cidadãos americanos e outros, por meio de censura, repressão, instrumentalização judicial, corrupção e ataques a críticos políticos nos Estados Unidos.”

O presidente americano mencionou um breve encontro (de 39 segundos) com o líder brasileiro, na sala de espera dos chefes de Estado e Governo, descrevendo o momento como “cordial, com uma química positiva” e revelou que ambos combinaram uma reunião para próxima semana.
No entanto, ele expressou descontentamento com as ações do Brasil, afirmando que o país impôs tarifas injustas aos Estados Unidos no passado.
Nas redes sociais, a reação foi imediata. Denunciado pela Procuradoria-Geral da República por coação em processo judicial, o deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP) alegou que o presidente norte-americano “fez exatamente o que sempre praticou”. E afirmou ainda: “Longe de causar espanto, sua postura reafirma, mais uma vez, sua genialidade como negociador. Ele entra na mesa quando quer, da forma que quer e na posição que quer. Enquanto isso, outros líderes, como Lula, assistem impotentes, sem qualquer capacidade real de influenciar o jogo global”, concluiu o parlamentar.

O mesmo tom foi adotado por Paulo Figueiredo, que também vive nos Estados Unidos. Para ele, Trump é “realmente um gênio”, uma vez que “denuncia a ditadura brasileira e a invasão da jurisdição americana bem na ONU. Em seguida, diz que gosta do Lula, que o chamou para conversar, e complementa dizendo que o Brasil vai continuar indo mal exceto se estiver ao lado dos EUA”.
Apesar das críticas, Trump encerrou o discurso com um chamado à colaboração global. Ele disse que é preciso trabalhar juntos para construir um planeta mais seguro, próspero e pacífico, insistindo que a defesa da soberania deve estar em linha com a responsabilidade coletiva perante os desafios globais.

E, em relação ao discurso proferido por Lula, pasmem um ex-presidiário revestido de presidente imposto por uma justiça apolítica e partidária, revestida de ministros indicados por esquerdistas (Lula, Dilma e etc.), que não são de carreira e, por conseguinte, armaram toda essa farsa que hoje vivemos no Brasil.
Vamos aguardar os acontecimentos e esperar essa tão bendita conferencia entre Trump x Lula. Se realmente o Lula vai continuar afirmando que realmente eles é que são brasileiros.
Fontes e Imagens: ONU News – Carta Capital




