Ciro será oficializado à disputa no Ceará nos primeiros dias de maio – afirmam deputados
As movimentações recentes no cenário político brasileiro colocando o nome de Ciro Gomes novamente no radar nacional e as declarações do senador Flávio Bolsonaro indicando a suspensão das negociações para uma possível aliança no Ceará, o cenário sofreu uma reviravolta inesperada. De acordo com reportagem da CNN, Gilmar Mendes afirmou a interlocutores na noite de terça-feira (14) que pretende apresentar uma representação na Procuradoria-Geral da República contra o senador Alessandro Vieira, relator da CPI do Crime Organizado.



As movimentações recentes no cenário político brasileiro colocando o nome de Ciro Gomes novamente no radar nacional e as declarações do senador Flávio Bolsonaro indicando a suspensão das negociações para uma possível aliança no Ceará, o cenário sofreu uma reviravolta inesperada. O movimento abriu espaço para novas articulações — e foi rapidamente aproveitado por outro ator de peso da política nacional. Aécio Neves, uma das principais lideranças do PSDB, passou a defender publicamente o nome de Ciro Gomes como alternativa viável à polarização entre os principais blocos políticos do país. Segundo informações, Aécio chegou a convidar Ciro para entrar no debate presidencial como uma “terceira via” competitiva. Em que pese seu nome ter sido publicamente colocado nesta terça-feira (14) pelo presidente nacional da sigla, o deputado federal Aécio Neves, Ciro Gomes, reforçam os correligionários, vai disputar o Palácio da Abolição. Segundo Cláudio Pinho que, defende que o nome de Ciro é viável para que o ex-governador seja tanto candidato à Presidência quanto ao Governo do Estado mas, “para que a gente compreenda a capacidade que o Ciro tem”, acrescenta que: “a inclinação do partido no Ceará, em conversas com o próprio Ciro, é de que o PSDB deverá anunciar na primeira semana de maio a pré-candidatura de Ciro Gomes”. Conforme Claudio Pinho, informa no vídeo abaixo que o PSDB no Ceará está em diálogo e construindo seu caminho para 2026. E, a tendência é na primeira semana de maio, seja anunciada a pré-candidatura de Ciro. E, Claudio afirma: “é sobre dar ao CEARÁ uma alternativa forte e preparada para os desafios que o Estado enfrenta”.


Gilmar prepara ação contra relator da “CPI do Crime Organizado“

De acordo com reportagem da CNN, Gilmar Mendes afirmou a interlocutores na noite de terça-feira (14) que pretende apresentar uma representação na Procuradoria-Geral da República contra o senador Alessandro Vieira, relator da CPI do Crime Organizado. A iniciativa, segundo o magistrado, seria motivada por suposto ‘abuso de poder’ na elaboração do relatório final da comissão. O documento elaborado pelo parlamentar propunha o indiciamento de Gilmar Mendes, Alexandre de Moraes e Dias Toffoli, além do procurador-geral da República, Paulo Gonet, em razão de suas atuações no chamado Caso Master. Apesar disso, o parecer acabou rejeitado pela comissão após articulação política que garantiu maioria contrária ao texto, com placar de 6 votos a 5. Ainda durante a tarde, ao abrir sessão da Segunda Turma do STF, Gilmar já havia indicado a possibilidade de tomar medidas contra o senador. Na ocasião, criticou a condução da CPI, mencionando o que classificou como “vazamentos seletivos” e a construção de “narrativas apressadas” sobre fatos ainda em análise. Também alvo do relatório, o ministro Dias Toffoli reforçou as críticas e afirmou que o conteúdo pode configurar abuso de poder com possíveis consequências na esfera eleitoral, incluindo inelegibilidade dos responsáveis. “Não podemos deixar de nos furtar a cassar eleitoralmente aqueles que abusaram, atacando as instituições, para obter voto e conspurcar o voto do eleitor. Porque é disso que se trata, quando surge um relatório aventureiro desse. É tentativa de obter votos”, declarou. Caso seja formalizada, a representação contra Alessandro Vieira poderá ser analisada pela própria Procuradoria-Geral da República, chefiada por Paulo Gonet — que também foi citado no relatório da CPI — e eventualmente julgada pelo STF. Nos bastidores, a avaliação é de que a medida poderia abrir caminho para questionamentos eleitorais contra o senador, que pretende disputar a reeleição neste ano.




