Carros voadores? Pesquisa revela que brasileiros estão bem ansiosos pela novidade
Um levantamento realizado com brasileiros que já viajaram de avião indica um alto nível de aceitação para uma inovação que promete transformar a mobilidade urbana: os carros voadores.


Um levantamento realizado com brasileiros que já viajaram de avião indica um alto nível de aceitação para uma inovação que promete transformar a mobilidade urbana: os carros voadores.
Segundo a pesquisa, 60% dos entrevistados disseram que estariam dispostos a utilizar os eVTOLs — sigla em inglês para veículos elétricos de decolagem e pouso vertical — para se deslocar dentro e fora das cidades.

Apesar do entusiasmo, o estudo mostra que há três fatores decisivos para a adesão ao novo meio de transporte: segurança (42%), preço acessível (39%) e regulamentação oficial pela Anac (Agência Nacional de Aviação Civil), citada por 34% dos participantes.

A pesquisa foi conduzida pelo Instituto QualiBest, em parceria com a Agência Virta e a plataforma MundoGEO. Ao todo, foram ouvidas 830 pessoas maiores de 18 anos, com diferentes perfis econômicos, todas com experiência prévia em voos comerciais.

O avanço dos eVTOLs é visto como uma possível solução para o caótico trânsito das grandes cidades brasileiras. Segundo o levantamento, 61% acreditam que os carros voadores podem aliviar os congestionamentos urbanos. Os entrevistados apontaram que pretendem usar o novo transporte principalmente para: – viagens de curta distância entre cidades vizinhas (até 100 km);
– conexões entre voos;
– deslocamentos dentro da própria cidade.

A tecnologia já deixou o papel e começa a ganhar forma. A Wisk Aero, empresa controlada pela Boeing, planeja iniciar o transporte de passageiros com seus táxis aéreos autônomos até o final desta década, dependendo das aprovações das autoridades reguladoras dos Estados Unidos.

No Brasil, a Eve, empresa da Embraer, apresentou em 2024 o protótipo em escala real de seu carro voador. O modelo faz parte dos planos da companhia de lançar um serviço regular de mobilidade aérea a partir de 2026, após obter as certificações necessárias.
Fonte: CNN / Direitaonline – Imagem: Divulgação




