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36 deputados de partidos da base do governo assinam pedido de impeachment de Lula

Trinta e seis deputados filiados a partidos que compõem a base do governo Lula assinaram um pedido de impeachment do presidente, que deve ser apresentado à Câmara nos próximos dias. Parlamentares do MDB, União Brasil, PSD, Republicanos e PP se juntaram a membros do PL e de outras siglas oposicionistas para pressionar pelo afastamento do chefe do Executivo.
O levantamento é do Metrópoles. Embora esses partidos façam parte do governo, muitos de seus integrantes possuem atuação independente. No primeiro escalão da gestão petista, o União Brasil ocupa três ministérios. O pedido de impeachment foi apresentado pelo deputado Rodolfo Nogueira (PL) e já reúne 117 assinaturas.
A iniciativa se baseia em questionamentos levantados pelo Tribunal de Contas da União (TCU) sobre a execução do programa Pé-de-Meia, vinculado ao Ministério da Educação (MEC). A coleta de apoios começou após o bloqueio de verbas bilionárias do programa, que busca incentivar estudantes do Ensino Médio em situação de vulnerabilidade por meio de uma poupança educacional.
Oposição e apoiadores do pedido alegam que houve “pedalada fiscal”, pois teriam sido usados recursos sem previsão legal, um montante estimado em R$ 3 bilhões. O deputado Sanderson (PL-RS) apresentou essa denúncia ao TCU. Marcel Van Hattem (Novo-RS) comparou a situação ao impeachment de Dilma Rousseff:
“Há claros motivos para impeachment. Não havia previsão legal para a utilização de recursos do orçamento da União para o programa Pé-de-Meia. É um crime contra o orçamento, assim como foram as pedaladas fiscais que acabaram baseando o impeachment de Dilma Rousseff. Temos que ir para as ruas”.
Lula nega ‘rombo fiscal’ em seu governo e diz que déficit aconteceu com Bolsonaro

Luiz Inácio Lula da Silva (PT) negou, nesta quinta-feira (30.jan.2025), que tenha havido um rombo fiscal em sua gestão. Em entrevista no Palácio do Planalto, ele afirmou que a situação fiscal do país só não registrou superávit devido às despesas relacionadas ao Rio Grande do Sul.
“Não existiu rombo fiscal no meu governo, houve, sim, no governo passado. No nosso não houve. Aliás, se não fosse o Rio Grande do Sul, nós teríamos tido superávit pela primeira vez em muitas décadas”, declarou Lula, em uma coletiva de imprensa.
A conversa foi vista já como uma mudança na comunicação do governo, agora sob gestão do novo Secom, o marqueteiro Sidônio Palmeira. Ele também afirmou que não pretende anunciar cortes de gastos. “Meu compromisso é com a responsabilidade fiscal. Se houver necessidade de fazermos alguma coisa, nós [governo] nos reunimos. Mas se depender de mim, não haverá mais nenhuma medida fiscal”, ressaltou. Veja a seguir!
“Não existiu rombo fiscal no nosso governo. Se não fossem (as enchentes) no Rio Grande do Sul, teríamos feito superávit pela primeira vez em muitas décadas. O povo sabe que a estabilidade fiscal é um benefício para ele. Neste governo, não haverá irresponsabilidade fiscal”, afirma Lula sobre a economia do país. https://t.co/mgnXyoxVcw
Preço dos alimentos
Sobre a alta dos preços dos alimentos, Lula descartou medidas extremas que possam resultar em mercados paralelos, como ocorreu no passado. “Eu não tomarei nenhuma medida daquelas que são bravatas.
Eu não farei cota, eu não colocarei helicóptero para viajar fazenda e prender boi, como foi feito no tempo do Plano Cruzado”, afirmou. Lula defendeu que a solução para a redução dos preços está no incentivo à produção e no apoio a pequenos e médios agricultores, responsáveis por mais de 70% dos alimentos consumidos no país.
“Precisamos aumentar a produção e garantir mais financiamento e modernização para a agricultura familiar”, disse. Lula afirmou que pretende se reunir com representantes do setor produtivo para discutir as razões da alta de preços.
“Quando cheguei à presidência, o preço do óleo de soja tinha caído para R$ 4. Agora subiu para R$ 9 ou R$ 10. Qual a explicação para isso? Por que a carne, que caiu 30% em 2023, voltou a subir?”, questionou. Veja a seguir!
Lula diz que governo pode tomar medida junto com empresários para tentar reduzir o preço dos alimentos: “Eu não farei nenhuma bravata”. https://x.com/hashtag/Conex%C3%A3oGloboNews?src=hashtag_click
Preço dos combustíveis
Lula também comentou o possível reajuste no preço do óleo diesel pela Petrobras, que avalia a necessidade de aumentar o valor devido à defasagem causada pelo câmbio. Ele enfatizou que a decisão cabe à estatal e não ao governo.
“Desde o meu primeiro mandato que eu aprendi que quem autoriza o aumento do petróleo e derivados de petróleo é a Petrobras, e não o presidente da República”, afirmou. Ele lembrou que se reuniu recentemente com a presidente da Petrobras, Magda Chambriard, para discutir a situação dos combustíveis. Segundo Lula, mesmo que haja um reajuste, o preço do diesel continuará mais baixo do que no fim de 2022.
Questionado sobre um possível impacto da alta no setor de transportes e uma eventual reação dos caminhoneiros, o Lula disse que a solução será o diálogo. “Se tiver uma movimentação de caminhoneiros, vamos conversar com eles, como sempre fizemos. O governo está aberto para discutir com qualquer setor”, garantiu.
“Eu não autorizei o aumento do diesel. Aprendi que quem autoriza o aumento do petróleo e derivados é a Petrobras, e não o presidente da República”, diz Lula. “Se ela for fazer, é um reajuste que, ainda assim, vai garantir que o preço do diesel fique abaixo daquilo que era em dezembro de 2022”. https://x.com/hashtag/Conex%C3%A3oGloboNews?src=hashtag_click
Taxa Selic
Lula também comentou a recente elevação da taxa básica de juros, que subiu de 12,25% para 13,25% ao ano. Ele afirmou que a decisão já estava prevista pela gestão anterior do Banco Central e demonstrou confiança no novo presidente da instituição, Gabriel Galípolo.
“Já estava praticamente demarcada a necessidade da subida de juros pelo outro presidente, e Galípolo fez aquilo que ele entendeu que deveria fazer”, disse Lula, indicando que espera uma redução da Selic no futuro. E mais: Governo anuncia concurso público para Polícia Federal.
Indagado sobre o aumento da Selic, Lula responde que nova taxa já estava “demarcada” por Campos Neto: “O presidente do Banco Central não pode dar um cavalo de pau, num mar revolto, de uma hora para outra. Já estava praticamente demarcada a necessidade da subida de juros pelo outro presidente, e o Galípolo fez aquilo que entendeu que deveria fazer”. https://x.com/hashtag/Conex%C3%A3oGloboNews?src=hashtag_click
Pela 1ª vez, Lula diz o que fará se Trump aplicar taxas contra o Brasil

Luiz Inácio Lula da Silva (PT) declarou nesta quinta-feira (30) que, caso o governo de Donald Trump decida impor tarifas sobre produtos brasileiros, o Brasil responderá da mesma forma. “Se ele taxar os produtos brasileiros, haverá reciprocidade do Brasil em taxar os produtos que são exportados para os Estados Unidos. Simples”, afirmou Lula durante conversa com jornalistas.
A declaração do petista ocorre em resposta a um anúncio feito por Trump em 20 de janeiro, no qual o republicano afirmou que aplicaria tarifas a países que, segundo ele, cobram excessivamente dos Estados Unidos ou adotam políticas desfavoráveis à nação norte-americana. No último domingo (26), por exemplo, Trump determinou a aplicação de tarifas de 25% contra produtos da Colômbia, após o país sul-americano rejeitar voos militares com deportados dos EUA.
Lula criticou a postura do norte-americano e defendeu o respeito à soberania das nações. “Ele só tem que respeitar a soberania dos outros países. Ele foi eleito para governar os Estados Unidos da América do Norte, e os outros presidentes foram eleitos para governar os seus países. É isso, civilidade”, pontuou. No dia 20 de janeiro, data da posse de Trump, Lula chegou a parabenizá-lo pelas redes sociais e desejou um mandato “exitoso”.
No entanto, esta foi a primeira vez que o brasileiro se manifestou publicamente sobre o novo governo norte-americano, aproveitando para criticar algumas das primeiras medidas adotadas pelo republicano. Veja abaixo! Lula promete reciprocidade se Trump cumprir promessa de taxar produtos brasileiros.
Em entrevista coletiva, Presidente da República também afirmou que saída dos EUA da OMS e do acordo do clima é “regresso da humanidade”. https://x.com/i/status/1884983787546939876
Conclusão:
Conforme se ver nessas ultimas noticias o que se pode deduzir e acreditar num governo que todos os dias só apresenta negativismo e prejuízo para população brasileira. Portanto, congressistas e a população brasileira tem de encontrar uma solução para afastar todo esses governantes indesejáveis que estão a fazer mal e. com isso, o país volte ao normal e o brasileiro possa viver em paz.



