Avião russo sancionado pelos EUA pousa em Brasília vindo de Moscou

O governo Lula não respeita a lei internacional e estreita laços com regimes comunistas e autoritários. O episódio ocorre em meio a um momento delicado nas relações Brasil–EUA. Recentemente, Washington acionou a Lei Global Magnitsky, mecanismo que permite sanções contra indivíduos e entidades acusados de corrupção ou violações de direitos humanos em qualquer parte do mundo, colocando o pais no centro das tensões geopolíticas.

Avião russo sancionado pelos EUA pousa em Brasília vindo de Moscou
Publicado em 11/08/2025 às 16:03

O governo Lula não respeita a lei internacional e estreita laços com regimes comunistas e autoritários. O episódio ocorre em meio a um momento delicado nas relações Brasil–EUA. Recentemente, Washington acionou a Lei Global Magnitsky, mecanismo que permite sanções contra indivíduos e entidades acusados de corrupção ou violações de direitos humanos em qualquer parte do mundo, colocando o pais no centro das tensões geopolíticas.

Um Ilyushin IL-76, listado entre os bens sancionados pelo governo dos Estados Unidos, aterrissou na manhã deste domingo (11) no Aeroporto Internacional de Brasília, após um extenso trajeto iniciado em Moscou e marcado por várias escalas.

Registrado sob a matrícula RA-78765, o quadrimotor modelo IL-76TD é a principal versão cargueira da frota russa, utilizada tanto em operações civis quanto militares e peça-chave na logística de Moscou. A reportagem é dos portais Aeroin, especializado em aviação, e do jornalista Claudio Dantas.

A aeronave é operada pela Aviacon Zitotrans, companhia de transporte aéreo de cargas com sede no Aeroporto de Ecaterimburgo, na Rússia central.

A empresa foi incluída na lista de sanções dos EUA em 2023, acusada de enviar aviões para transportar cargas à Venezuela. Entre os ativos bloqueados pela Agência de Controle de Ativos Estrangeiros (OFAC) está o próprio RA-78765.

O histórico da Aviacon inclui voos entre Rússia e Coreia do Norte logo após o envio de soldados norte-coreanos para o conflito na Ucrânia, além do transporte de armamentos como obuseiros. Nesta viagem, o cargueiro partiu de Zhukovsky, fez escalas em Baku (Azerbaijão), Argel (Argélia) e Conacri (Guiné), antes de cruzar o Atlântico até Brasília.

O objetivo da visita permanece incerto. Não há registro do voo na base da ANAC para operações comerciais, levantando a hipótese de uma missão diplomática ou de um translado.

A empresa e a aeronave
A Ilyushin é uma tradicional fabricante russa de aeronaves e equipamentos de defesa, identificada pelo prefixo “Il” em seus projetos.

Fundada em 13 de janeiro de 1933 pelo engenheiro aeronáutico Sergey Ilyushin, a empresa desenvolveu, ao longo de mais de sete décadas, uma ampla variedade de aviões militares e civis.

Atualmente, o governo russo planeja integrar a Ilyushin a outras companhias do setor — como Mikoyan, Irkut, Sukhoi, Tupolev, Antonov e Yakovlev — para formar a United Aircraft Corporation, conglomerado que centralizará a indústria aeronáutica do país.

Entre os modelos mais icônicos da fabricante está o Ilyushin Il-76, desenvolvido na segunda metade da década de 1960 para atender a uma demanda da Força Aérea Soviética por um cargueiro a jato capaz de substituir o Antonov An-12 “Cub”. A aeronave se destaca pela cauda em “T” e pelo trem de pouso robusto, com múltiplos eixos e 20 pneus, permitindo operações em pistas não preparadas.

Mesmo após a dissolução da União Soviética, o Il-76 — conhecido no código da OTAN como “Candid” — continua em operação em diversas forças aéreas, incluindo Rússia e China, além de países que integravam o antigo bloco socialista.

Em 22 de março de 2014, por exemplo, dois Il-76 da Força Aérea chinesa foram enviados à base de Pearce, da Real Força Aérea Australiana (RAAF), para auxiliar nas buscas pelo avião da Malaysia Airlines desaparecido no sul do Oceano Índico.

No início dos anos 1990, a Ilyushin iniciou o desenvolvimento de uma versão modernizada do Il-76, com fuselagem alongada e novos motores para a Força Aérea Russa.

O primeiro protótipo voou em 1995, e há estudos para a adoção de motores ocidentais da família CFM56, visando aumentar a eficiência e a confiabilidade da aeronave.

A chegada da aeronave russa reacende debates sobre o posicionamento brasileiro no tabuleiro global. Como membro ativo do BRICS — bloco que reúne Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul —, o país tem buscado ampliar laços com governos frequentemente acusados de práticas autoritárias.

Essa aproximação, somada às sanções impostas pelo Ocidente, torna o Brasil ainda mais afastado do eixo democrático tradicional, abrindo espaço para novas alianças militares, econômicas e políticas com ditaduras e regimes autoritários.

A combinação de um avião militar sancionado pousando em Brasília e a aplicação da Lei Magnitsky contra autoridades brasileiras cria uma crise diplomática a vista? E um cenário inédito e potencialmente explosivo.

Especialistas alertam que, se confirmada uma cooperação mais estreita entre Brasil e Rússia, as consequências podem ir de novas sanções econômicas até isolamento político em fóruns internacionais.

Enquanto isso, o silêncio oficial sobre a presença do Ilyushin IL-76 no país apenas amplia o clima de mistério e tensão. O que estaria sendo negociado nos bastidores?

É preciso mais que urgente, a direita estreitar os laços americanos e a comunidade internacional para tomar providencias, enquanto esse desgoverno não dá um golpe para tornar o Brasil um pais socialista ou comunista, ou sei lá o que? O Brasil precisa ser salvo da mão desse condenado.

(Foto: reprodução vídeo; Fonte: ) Fontes: Direita Online / Guia do Investidor – Imagens: