Equalização de Juros no Plano Safra 2025/26: Alívio Retórico, Peso Real no Crédito Rural
O Plano Safra 2025/26 foi lançado com o maior volume de crédito da história: R$ 605 bilhões no total, sendo R$ 516,2 bilhões para agricultura empresarial e R$ 88,9 bilhões para agricultura familiar. No entanto, os custos financeiros continuam sendo o maior entrave à viabilidade econômica no campo. O Que é a Equalização de Juros?Nós, brasileiros de bem — cidadãos que respeitam a liberdade, a democracia e os valores que unem historicamente nossos povos — viemos expressar nossa admiração e profundo respeito pelo povo americano, pela nação americana e pelo papel global que os Estados Unidos representam como referência de soberania, ordem e justiça.As recentes tarifas impostas pelos Estados Unidos ao agronegócio brasileiro não são fruto de uma disputa comercial convencional, tampouco têm qualquer relação com o governo anterior. Elas são, na realidade, uma resposta política e estratégica à postura ideológica adotada pelo governo Lula, que vem colocando o Brasil em rota de colisão com os interesses históricos e geopolíticos norte-americanos. O alinhamento que existia


O Plano Safra 2025/26 foi lançado com o maior volume de crédito da história: R$ 605 bilhões no total, sendo R$ 516,2 bilhões para agricultura empresarial e R$ 88,9 bilhões para agricultura familiar. No entanto, os custos financeiros continuam sendo o maior entrave à viabilidade econômica no campo.
O Que é a Equalização de Juros?

Equalização é quando o governo subsidia parte dos juros cobrados pelos bancos para tornar o crédito mais acessível ao produtor. Mas o que se viu neste novo plano foi uma queda no volume de recursos para equalização, o que significa maior repasse de custos ao produtor.

Recursos para Equalização – Queda Real
• Plano Safra 2024/25: R$ 16,3 bilhões
• Plano Safra 2025/26: R$ 13,5 bilhões (queda de 17,2%)
Fonte: Frente Parlamentar da Agropecuária – FPA
Distribuição dos Recursos para Equalização
• Agricultura Familiar (Pronaf): R$ 9,56 bilhões
• Agricultura Empresarial: R$ 3,94 bilhões
Ou seja, 70% do total está direcionado à agricultura familiar, deixando a agricultura empresarial exposta ao custo real de mercado, principalmente nos bancos privados.

Taxas de Juros Oficiais Anunciadas
Modalidade Juros anunciados
Agricultura Familiar (Pronaf) 2% a 8% ao ano
Agricultura Empresarial (Pronamp, Moderfrota etc.) 8,5% a 14% ao ano
Fonte: CNA Brasil

Juros Reais na Prática
Com a SELIC a 15%, mais o IOF de 3,5%, a LCA tributada em até 5%, além de tarifas bancárias, venda casada de seguros e consultorias, os juros efetivos ao produtor chegam a:
• Agricultura Familiar: 17% a 20% ao ano
• Agricultura Empresarial: 24% a 28% ao ano
Esses valores comprometem severamente a margem de lucro, principalmente num cenário de queda generalizada nos preços das commodities.

Impacto Direto no Campo
• O custo do crédito está acima da capacidade de geração de caixa da maioria dos produtores.
• Muitos contratos com bancos privados ultrapassam 26% ao ano de custo efetivo total (CET).
• Pequenos e médios produtores estão à margem das linhas equalizadas.
Fonte de base: Correio do Povo

Conclusão Técnica
A “equalização” prometida pelo governo não cobre a realidade dos custos enfrentados no campo. Ao reduzir o volume de subsídio em um cenário de alta de juros, IOF elevado e mercado de commodities em retração, o Estado está transferindo o risco financeiro inteiramente ao produtor.
O resultado será:
• Superendividamento
• Queda na área plantada
• Redução da produção nacional
• Mais concentração fundiária
O Brasil precisa de uma política de crédito que garanta viabilidade, e não apenas volume.
Sem juros justos, não há agro sustentável.

Apelo do Povo Brasileiro de Bem aos Estados Unidos da América

Apelo do Povo Brasileiro de Bem aos Estados Unidos da América
Ao Governo dos Estados Unidos da América,
Ao Presidente Donald Trump,
Nós, brasileiros de bem — cidadãos que respeitam a liberdade, a democracia e os valores que unem historicamente nossos povos — viemos expressar nossa admiração e profundo respeito pelo povo americano, pela nação americana e pelo papel global que os Estados Unidos representam como referência de soberania, ordem e justiça.

É em nome desse laço fraterno que hoje fazemos um apelo direto ao governo americano, diante do delicado e preocupante cenário comercial entre o Brasil e os Estados Unidos. O recente aumento tarifário sobre o agronegócio brasileiro, embora compreensível do ponto de vista estratégico, atinge diretamente milhares de brasileiros do campo, da indústria, do comércio e da logística — pessoas trabalhadoras, honestas e apartadas das irresponsabilidades políticas do atual governo.

A verdade precisa ser dita com coragem: as relações diplomáticas e comerciais entre nossos países vêm sendo deterioradas por ações inconsequentes e ideológicas do governo Lula. A diplomacia brasileira abandonou a racionalidade, trocou o alinhamento histórico com os Estados Unidos por alianças questionáveis e cedeu protagonismo a narrativas que afrontam os princípios que defendemos em comum.

Mais grave ainda é o fato de que essa postura do governo brasileiro vem sendo reforçada por decisões de ministros do STF, ampliando a insegurança jurídica, institucional e comercial. O prejuízo recai agora sobre quem não tem culpa: o povo produtivo do Brasil.
Por isso, nos unimos ao manifesto do vereador Maurício Galante, eleito em Arlington, Texas, para pedir uma ação mais justa, eficaz e direcionada:
👉🏼 Que o governo americano investigue empresas brasileiras com atuação nos Estados Unidos — especialmente aquelas listadas na bolsa de valores americana e beneficiadas por incentivos fiscais e comerciais.
👉🏼 Empresas que possam estar diretamente financiando, sustentando ou beneficiando politicamente o atual governo socialista brasileiro, seja por meio de doações, lobby ou apoio institucional.

Essas corporações representam interesses próprios, não os interesses do povo brasileiro. Penalizá-las — e não o conjunto da população honesta que depende do comércio entre nossos países — é o caminho mais estratégico e coerente. Negar acesso ao mercado americano a quem se aproveita dele para alimentar um sistema corrupto e ideológico é, hoje, um ato de justiça.

Presidente Trump, o povo brasileiro que ama os Estados Unidos confia na sua capacidade de distinguir aliados de oportunistas. Nosso pedido é claro: não penalize o Brasil produtivo. Mire em quem realmente sustenta essa engrenagem política e mercantil nociva.
Com respeito, firmeza e fé em tempos melhores,
Em nome do povo brasileiro de bem,
Celso Ricardo Ferreira
Brasil 🇧🇷🤝🇺🇸

A VERDADE SOBRE AS TARIFAS DOS EUA CONTRA O BRASIL: UMA RESPOSTA À POSTURA IDEOLÓGICA DO GOVERNO LULA

As recentes tarifas impostas pelos Estados Unidos ao agronegócio brasileiro não são fruto de uma disputa comercial convencional, tampouco têm qualquer relação com o governo anterior. Elas são, na realidade, uma resposta política e estratégica à postura ideológica adotada pelo governo Lula, que vem colocando o Brasil em rota de colisão com os interesses históricos e geopolíticos norte-americanos.

O alinhamento que existia
Durante o governo Bolsonaro, o Brasil manteve uma relação diplomática próxima com os Estados Unidos, em especial com a gestão de Donald Trump. Esse alinhamento garantiu ao Brasil acesso estratégico a mercados, confiança mútua e até articulações técnicas no setor de defesa, energia e agronegócio.

A ruptura promovida por Lula
Desde sua posse, o presidente Lula adotou um discurso antiamericanista disfarçado de “neutralidade diplomática”, mas que na prática resultou em:
• Aproximação com regimes autocráticos como China, Irã, Rússia e Venezuela;
• Participação ativa na defesa de moedas alternativas ao dólar em reuniões do BRICS;
• Críticas públicas diretas a Donald Trump, rompendo a tradição de neutralidade institucional;
• Alinhamento com a narrativa de que os Estados Unidos são uma ameaça à “soberania dos países em desenvolvimento”.

O que os EUA estão fazendo?
O governo americano está reagindo com firmeza. Ao enxergar o Brasil atual como um parceiro instável e ideologicamente hostil, os EUA estão usando o comércio — em especial o agronegócio — como instrumento de pressão. As tarifas recém-impostas são um recado claro: relações comerciais exigem confiança diplomática.

Conclusão
Não se trata de defender ou atacar governos passados, mas de entender que o Brasil está sendo penalizado por escolhas políticas mal feitas e perigosamente ideológicas. As tarifas dos EUA são, na prática, um efeito colateral da ruptura diplomática provocada por um governo que prioriza a retórica ideológica em detrimento do interesse nacional.




