O Brasil dos mensaleiros renascidos, dos exilados punidos e do rombo que engole e degrada o país
Presos do 8/1 tentavam recomeçar a vida na Argentina. A filha mais velha do comerciante Joelton relata que o pai foi detido ao pedir renovação do documento provisório para permanência no país. A família tentava empreender na Argentina com a venda de caldo de cana e pastel, na tentativa de recomeçar. Outra declaração: “A gente só quer seguir nossa vida, trabalhar”, disse Agnes Rondon Gusmão, de 21 anos. Grávida de nove meses, a jovem pede que o pai tenha liberdade para estar presente na vida dos filhos e netos, sem perseguição. No Brasil, a família administrou por anos uma pizzaria em Cuiabá, Mato Grosso, e depois uma hamburgueria em Vitória da Conquista, Bahia.


O Brasil virou um laboratório bizarro onde o absurdo não apenas acontece — ele é promovido a política de Estado. A Câmara, ajoelhada diante das ordens do STF, acaba de bloquear o salário de Alexandre Ramagem, hoje exilado nos EUA após a “justiça” decidir que investigar a verdade é crime e discordar é “trama golpista”. O mesmo vale para Eduardo Bolsonaro e Carla Zambelli. Não importa se foram eleitos — o que vale agora é a vontade de um único homem togado.
Enquanto isso, a imprensa militante continua em seu esporte favorito: imaginar conspirações para servir de combustível à narrativa oficial. Álvaro Costa e Silva, da Folha, resolveu brincar de ficção científica e perguntar “que segredos esconde Ramagem?”. O jornalista não sabe, não prova, não demonstra. Apenas insinua, acusa e despeja fantasia como se fosse reportagem. A imprensa virou um dispositivo de chantagem moral — e acha isso bonito.
No tribunal das aparências, mais um capítulo do grotesco: Alexandre de Moraes vota para condenar 22 pessoas no pacote do 8 de Janeiro. Entre elas, um advogado com câncer hematológico, problemas cardíacos e transtornos graves. Pena: 14 anos. O que se vê não é justiça — é exemplaridade autoritária travestida de juridiquês.

E como se não bastasse, as múmias do Mensalão resolveram levantar tampo de caixão. João Paulo Cunha e José Dirceu querem voltar ao Congresso em 2026 — e com a bênção explícita de Lula. A volta dos condenados não é coincidência: é projeto. O regime precisa recompensar sua velha guarda, porque só o cinismo deles sustenta a farsa atual.
Enquanto isso, nos bastidores, Marcos Valério — o operador do Mensalão — volta ao noticiário como alvo de operação por sonegação, lavagem e falsidade ideológica envolvendo empresas de Minas. A história nunca termina, apenas muda de capítulo.
No STF, Dias Toffoli faz seu movimento clássico: sigilo total no caso Master, aquele mesmo banco que patrocinou evento em Londres frequentado pelo ministro. Transparência? Só para perseguir adversário. Para os amigos do regime, existe a névoa protetora do “segredo de justiça”.

E, no Congresso, o cenário econômico que o governo tenta esconder: previsão de rombo de R$ 270 bilhões em 2026 e quase R$ 400 bilhões em 2027. O buraco é tão grande que engole qualquer narrativa otimista — mas Miriam Leitão, em sua coluna, jura que está tudo lindo. Sim, para ela basta o dólar cair dois centavos para que o apocalipse fiscal vire “fim de ano melhor do que o esperado”.
A realidade, porém, não obedece a articulistas. As pesquisas mostram: a maioria dos brasileiros reprova Lula. E não por acaso. O povo aponta criminalidade, tráfico e corrupção como os maiores problemas do país. Justamente os temas que o governo finge não ver — e, muitas vezes, estimula por ação ou omissão.
O Brasil está sendo reescrito por quem acredita que o cidadão é irrelevante, a lei é maleável e o poder é propriedade privada. A cada ato, fica mais claro que quem governa não é o Executivo — é o consórcio entre Judiciário, imprensa e estruturas partidárias recicladas do lulismo raiz.
Toda essa decadência vem organizada a bastante tempo com profundidade, lucidez e uma independência maléfica — muito além da superfície — orquestrada para sucumbir o povo brasileiro.
Portanto, povo do meu Brasil: chegou o momento de termos mais clareza, entendimento, procurar nossa independência e ter coragem para dizer o que sente e ninguém pode tirar isso do brasileiro. Vamos novamente fazer valer uma nova ordem e “Constituição” no Brasil.
O povo brasileiro precisa mais do que nunca ser ousado, aprender escrever uma nova história num país livre e independente. Porque, hoje, dá maneira como estar sendo conduzido, pensar claramente constitui um ato revolucionário.
O que é preciso para o povo brasileiro de bem e temido a Deus e que preza por paz, amor pátria e família, é saber reagir, resistir e o principal e, o maior ato ter coragem para enfrentar toda essa corja que está instalada no executivo, legislativo e judiciário. Acorda povo brasileiro!!!





