Brasil precisa ser passado a limpo

Brasil precisa ser passado a limpo
Publicado em 10/05/2025 às 9:52

O líder do PL na Câmara, deputado Sóstenes Cavalcante (RJ), fez duras críticas ao Supremo Tribunal Federal nesta sexta-feira (9), após a Primeira Turma da Corte formar maioria para anular a decisão da Câmara dos Deputados que havia suspendido uma ação penal contra o deputado Alexandre Ramagem (PL-RJ).

Por meio de suas redes sociais, Sóstenes manifestou inconformismo com o que classificou como mais um episódio de interferência do Judiciário no funcionamento do Legislativo.

Consiste mais um episódio de interferência do Judiciário no funcionamento do Legislativo. Podemos afirmar que o desequilíbrio entre os Poderes não é de hoje. Vem sendo arquitetado a mais de uma década, através de decisão após decisão, onde se relacionam uma série de decisões tomadas pelo STF que, enfraqueceram a cada dia à autoridade do Parlamento.

Segundo o lider do PL, Sóstenes, postado nas suas redes sociais pode-se ver as arbitrariedades do Supremo:

2016 – STF impede Dilma de nomear Lula ministro. 2018 – STF barra nomeação de Cristiane Brasil por Temer. 2019 – Moraes instaura o inquérito das fake news sem MP, sem vítima, sem limites. 2020 – Moraes impede Bolsonaro de nomear Ramagem diretor da PF. 2021 – STF prende o deputado Daniel Silveira por opinião. A Câmara erra ao não reagir. 2022 – STF censura redes, remove contas, intimida jornalistas e parlamentares. 2023 – STF barra pautas do Congresso e amplia sua atuação legislativa e executiva. 2025 – STF ignora 315 votos da Câmara e mantém ação penal contra o deputado Ramagem.

O que tudo isso revela? Não é um caso isolado. É um padrão. É a substituição da democracia por decisões individuais. É a soberania popular sendo humilhada por interpretações pessoais da Constituição. Hoje, ministros se levantam acima da lei, acima do Parlamento e acima do povo. Esse desequilíbrio levou anos para ser instalado. E levará tempo para ser desmontado.

Mas há um caminho. E ele passa por uma palavra: União. A união das lideranças do Congresso. A união dos partidos que ainda respeitam a Constituição. A união do povo brasileiro que se recusa a ser governado por decisões sem voto. Essa luta não é por nomes. É por democracia, liberdade e soberania popular. O Brasil não será refém de 11. E jamais será governado pelo silêncio. Concluiu.

Comentando: Será que dessa vez o parlamento não irá se unir para acabar de uma vez com essas decisões tomadas somente por menos da metade de uns intitulados “superministrsos” que, estão desmoralizando nossa nação e colocando nossa Constituição no lixo!!!