O 8 de Janeiro e a situação politica-justiça do Brasil


A situação politica e jurídica está de mal a pior no Brasil. Onde políticos estão somente preocupados com o desgoverno que se instalou no país corroborado pela justiça que a qualquer preço deseja e estar comandando os desígnios da nação brasileira num sistema autoritário.
Vejamos alguns episódios que estão sendo divulgados sobre a tentativa de golpe o qual nunca existiu e, sim, uma tremenda armação totalmente arquitetada por uma esquerda totalmente apoiada pelo desgoverno e a justiça do planalto.

A situação é tão vergonhosa que o povo brasileiro ver Lula e Bolsonaro estando entre as 130 testemunhas indicadas em defesa de 26 acusados de tentativa de golpe, incluindo militares e senadores.
A Defesa busca combater abertura de processos com risco de mais de 30 anos de prisão, onde a inclusão na lista não garante depoimento. Onde a presença de Lula e Bolsonaro não garante depoimentos, porque a Justiça deve avaliar a pertinência do General Freire Gomes que é o mais solicitado como testemunha.
Dentre as testemunhas incluindo militares, senadores e delegados, o Governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas foi indicado por Bolsonaro para testemunhar; incluindo o Senador Hamilton Mourão, o qual foi chamado sem ser suspeito na investigação. Tendo ainda Flavio Dino e Moraes convocados por acusação planejada por tenente-coronel Mauro Cid.

Os denunciados entregaram suas defesas prévias na última semana, sexta-feira (7/3). É a oportunidade dos advogados argumentarem contra a abertura dos processos, que podem dar mais de 30 anos de prisão a seus clientes. E a defesa dos demais denunciados ainda pode apresentar defesa até hoje (10/3) e indicar mais testemunhas.
Caso a ação penal seja aberta, testemunhas serão chamadas. Porém, as presenças de Lula e de Bolsonaro se destacam, mas a inclusão não significa que irão depor. Se não ficar demonstrada a pertinência da testemunha para o caso, a Justiça pode negar que eles sejam ouvidos.

O trio (Lula, Flávio Dino e Moraes) foi convocado por um militar acusado de planejar assassinatos. O tenente-coronel Rodrigo Bezerra de Azevedo é um dos ‘kids pretos’ suspeito de planejar matar Lula e Alexandre de Moraes. A defesa justifica que a oitiva do ministro do STF na qualidade de vítima é “absolutamente necessária”. Os advogados ressaltam que Moraes foi mencionado pelo menos 43 vezes na peça acusatória, onde o ministro é juiz e vitima na mesma causa. Já Dino foi convocado devido na época ser ministro da justiça em 8 de janeiro.
E as denuncias e acusações são as mais calabrosas. Surge todo tipo de historia para confundir a população. Onde o ministro da Defesa do governo Lula, José Múcio, foi chamado pelo ex-ministro da Defesa de Bolsonaro. Paulo Sérgio Nogueira, que é general da reserva, onde quer que o atual titular da pasta seja ouvido caso o STF aceite a denúncia. Nogueira nega ter pressionado comandantes para apoiarem minuta golpista. Sua defesa alega que ele estava alinhado ao comandante do Exército na época, general Freire Gomes, que era contrário à assinatura da minuta golpista, onde a investigação aponta que o então ministro da Defesa mostrou a proposta de minuta golpista aos comandantes das três Forças. Sua defesa nega que ele tenha pressionado os militares.

Outros fatos curiosos de acusação e denuncias são citados. Como o sargento do Exército Giancarlo Gomes, ter pedido para o ex-presidente ser testemunha, depondo como parte de sua estratégia de defesa. Bolsonaro já é acusado de ser o líder da organização criminosa que planejou um golpe para mantê-lo no poder em 2022. Giancarlo é acusado como um dos integrantes da “Abin paralela”. Militar estava cedido à agência de inteligência em 2022 e atuava como parte do grupo que produzia e difundia dossiês com fake news para manter a retórica golpista, segundo a denúncia da PGR, tudo isso arquitetado. E quanta hipocrisia, desses órgãos a serviço do governo.
O presidente do PL Valdemar Costa Neto, ser citado por um engenheiro acusado de tentar desacreditar a Justiça Eleitoral. Carlos Rocha se diz criador da urna eletrônica e entrou com um pedido de patente do equipamento em 1996. O acusado comandava o IVL (Instituto Voto Legal) e produziu uma auditoria sobre a eleição. O serviço foi contratado por Valdemar Costa Neto, presidente do PL, partido de Bolsonaro. O engenheiro alega que o uso político da auditoria é responsabilidade do PL. O partido usou o estudo do IVL para pedir anulação de parte dos votos do segundo turno da corrida presidencial.

Delegado da PF, Fabio Alvarez Shor, responsável pela investigação sobre tentativa de golpe também foi arrolado. O ex-ajudante de ordens de Bolsonaro, Marcelo Câmara, e o agente da PF, Wladimir Mattos Soares, querem que ele seja ouvido. O delegado relatou sofrer ameaças uma semana após indiciar Bolsonaro. Wladimir estava atuando na segurança de autoridades para a cerimônia de posse de Lula quando vazou informações a militares golpistas. Investigação aponta que ele estava disposto a auxiliar na trama golpista, inclusive fornecendo detalhes sobre a segurança de Lula. Já Marcelo Câmara era da mesma equipe de Mauro Cid no Planalto. Ele foi flagrado em diálogos com Cid repassando informações sobre itinerários de viagens do ministro Alexandre de Moraes no final de 2022. Denúncia aponta que monitoramento era parte do plano golpista que mirava o ministro do STF. Defesa nega crimes e diz que ele apenas teria levantado informações em fontes abertas, e que isso não seria crime.
Outro citado foi o Hamilton Mourão, ex-vice-presidente e atual senador pelo Rio Grande do Sul que, estava rompido com Bolsonaro no fim de 2022. Ainda assim, ele foi chamado para testemunhar pelas defesas do ex-presidente, do ex-ministro do GSI Augusto Heleno e do general da reserva Estevam Theophilo. Atualmente, Mourão é um dos principais defensores dos interesses do Exército no Congresso. Ele também tem sido crítico à condução da investigação sobre a tentativa de golpe. Ele não foi denunciado e nem aparece como suspeito na investigação da PF.

E o General Freire Gomes, comandante do Exército em 2022, foi convocado para testemunhar por Bolsonaro. A investigação da Polícia Federal apontou que o ex-presidente consultou o general sobre a possibilidade de um golpe de Estado. Freire Gomes foi contra a intervenção militar. O relatório da PF alega que Bolsonaro continuou tomando ações para preparar o golpe apesar da discordância do comandante do Exército. O general também está na lista de testemunhas de outros três acusados. Todos são oficiais do Exército. A lista inclui Paulo Sérgio Nogueira, general que foi ministro da Defesa de Jair Bolsonaro.
Vamos aguardar o desenrolar de mais essa novela a qual só prejudica o crescimento e desenvolvimento do país, onde assistimos a classe politica batendo boca, com acusações e sem uma tomada de decisão em defesa da população brasileira.

Se realmente, tivéssemos uma classe politica baseada nos interesses coletivos, onde os representantes da população brasileira no senado, principalmente, já teria ser resolvidos, com medidas que mudassem as prerrogativas da constituição.
A única saída no momento é a população brasileira exigir uma paralização total e não mais manifestação.
Acorda Brasil!!!.




